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22 agosto, 2011

Os funerais do coelho branco III












E inicia-se uma vez mais

esta sina que não descansa,
e o resto tanto faz
virtuoso não possuem esperança.

É só outra chuva, como sempre
na semana que estás ausente,
não sinto-me sozinho, afinal.
É um gato laranja, que até mim vem
não o tires os panos de dormir,
não é o escuro que temem.

Dizer mais uma vez até logo,
não tão logo quanto parece ser.
Dá próxima vez sentemos perto do lago,
e atiremos bolo aos peixes para vê-los crescer.
E leve um casaco, pois já faz frio
obviamente as promessas não irão congelar
então as esqueças no rio
não veremos o porque desenterrar.

Durma, e sonhes,
mas me conte.
Enquanto isso Bauman me acompanha,
para tentar entender
o que estamos a fazer.
É lógico que ele não tem razão,
mas não ignoro outra opinião,
seguiremos então, neste mar...
sem velas à remar.

1 comentários:

Victor Freire disse...

gostei... legal a forma que você aplica a natureza pra transmitir o que você quer

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